No dia 14 de maio, ocorreu o Diálogo sobre gênero e religião com a teóloga Ivone Gebara

No dia 14 de maio, ocorreu o “Diálogo sobre gênero e religião” com a teóloga Ivone Gebara, em São Paulo. O diálogo contou com a mediação de Angélica Tostes e Mayara Oliveira.

Agradecemos a todas e todos que participaram e/ou apoiaram a realização desse encontro. Lembramos que o áudio do diálogo foi gravado e em breve será disponibilizado.

Acompanhe a página do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária para obter informações sobre os próximos encontros e outras atividades. Nos próximos meses, organizaremos um diálogo sobre os catolicismos negros no Brasil e um diálogo sobre os evangélicos no período da ditadura militar.

Mantenham a chama acesa!!

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Fotos de Elaine Martins Donda.

Diálogo sobre gênero e religião (14/5/2016), em São Paulo

O Coletivo por uma Espiritualidade Libertária convida para:

Diálogo sobre gênero e religião” com a teóloga Ivone Gebara (14/5/2016).

O diálogo se dará a partir das leituras do livro “Rompendo o silêncio: uma fenomenologia feminista do mal” (2. ed. Vozes, 2000) e contará com a mediação de Angélica Tostes e Mayara Oliveira.

Este encontro iniciará pontualmente às 9h30, do dia 14 de maio (sábado), no salão paroquial da Igreja Imaculada Conceição, na Avenida Brigadeiro Luis Antonio, 2071, São Paulo, SP, próximo ao metrô Brigadeiro.

Compareçam e não esqueçam dos quitutes para partilharmos. (Não esqueçam também suas canecas para não usarmos copos descartáveis.)

Para confirmar a presença e demais informações: espiritualidadelibertaria@gmail.com.

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No dia 30/4/2016, ocorreu o Diálogo sobre negritude nas igrejas evangélicas

No último sábado (30/4/2016), ocorreu o Diálogo sobre negritude nas igrejas evangélicas, aqui na cidade de São Paulo.

O diálogo contou com a presença do teólogo Marco Davi de Oliveira que lançou recentemente a edição atualizada do livro A religião mais negra do Brasil, e foi mediado por Zainne Lima, Samara Machado e Marco Antonio Sá.

Agradecemos a todos e todas que participaram e apoiaram este encontro.

Acompanhe a página do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária para obter informações sobre os próximos encontros e outras atividades. No mês de maio, ocorrerá um diálogo sobre gênero e religião com a presença da teóloga Ivone Gebara.

Mantenham a chama acesa!

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Fotos de Cildea e de Silas Fiorotti.

 

 

Diálogo sobre a negritude nas igrejas evangélicas (30/4/2016), em São Paulo

O Coletivo por uma Espiritualidade Libertária convida para o Diálogo sobre negritude nas igrejas evangélicas.

O diálogo contará com a presença do teólogo Marco Davi de Oliveira que lançou recentemente a edição atualizada do livro A religião mais negra do Brasil, e será mediado por Zainne Lima, Samara Machado e Marco Antonio Sá.

Este encontro iniciará pontualmente às 15h00 no salão paroquial da Igreja Imaculada Conceição, na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, 2071, próximo ao metrô Brigadeiro.

Convidem amig@s, compareçam e não esqueçam dos quitutes para partilharmos. Não esqueçam também suas canecas para não utilizarmos copos descartáveis.

 

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Informações: espiritualidadelibertaria@gmail.com.

 

No dia 12 de março, ocorreu o Diálogo entre hinduísmo e cristianismo

No sábado (12/3/2016), ocorreu o Diálogo entre hinduísmo e cristianismo: a partir da vida e obra de Bede Griffiths, aqui na cidade de São Paulo.

O encontro contou com a presença da teóloga Angélica Tostes, membro do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária, que vem estudando as relações entre hinduísmo e cristianismo, a obra de Bede Griffiths, assim como a Sangha.

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Lembramos que, no mês de abril (dia 30), ocorrerá o Diálogo sobre negritude nas igrejas evangélicas com a presença do teólogo Marco Davi de Oliveira que estará lançando a segunda edição do livro “A religião mais negra do Brasil”. Também no mês de abril, ocorrerá outros dois encontros para leitura do livro “Rompendo o silêncio” de Ivone Gebara. E, no mês de maio, ocorrerá o Diálogo sobre relações de gênero e religião com a presença da teóloga Ivone Gebara. Divulgaremos essas atividades na nossa página e nas redes sociais.

Entre em contato conosco e participe do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária, por uma espiritualidade que vai contra toda injustiça!

Informações: espiritualidadelibertaria@gmail.com.

Diálogo entre hinduísmo e cristianismo (12/3/2016), em São Paulo

No próximo sábado (12/3/2016) às 15h00, ocorrerá o Diálogo entre hinduísmo e cristianismo: a partir da vida e obra de Bede Griffiths, aqui na cidade de São Paulo.

O encontro contará com a presença da teóloga Angélica Tostes, membro do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária, que vem estudando as relações entre hinduísmo e cristianismo, a obra de Bede Griffiths, assim como a Sangha. O diálogo será mediado pelo Gabriel Macedo e pelo Stephen Dass.

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Será realizado no salão paroquial da Igreja Imaculada Conceição, na Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2071, São Paulo, SP, próximo ao metrô Brigadeiro.

Compareçam e não esqueçam dos quitutes para partilharmos!

Informações: espiritualidadelibertaria@gmail.com.

No último sábado (30), ocorreu o Diálogo sobre a Intolerância Religiosa no Brasil, em São Paulo

No último sábado (30), ocorreu o Diálogo sobre a Intolerância Religiosa no Brasil, em São Paulo.

Como parte das atividades da Campanha Contra a Intolerância Religiosa (Janeiro de 2016), nós do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária organizamos o Diálogo sobre a Intolerância Religiosa no Brasil com a presença de Liliane Braga e Patrício Araújo (candomblecistas) e Mariana Terra (hare krishna), sendo que o diálogo foi mediado por Lúcia Goulart (evangélica).

Agradecemos todas as pessoas, religiosas e não-religiosas, que estiveram dialogando conosco em busca do respeito, da convivência pacífica e dizendo #nãoàintolerânciareligiosa!

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Junte-se a nós, participe também do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária. Informações: espiritualidadelibertaria@gmail.com, e siga-nos no facebook e no twitter. Por uma espiritualidade contra toda injustiça! (#espiritualidadelibertaria)

 

No dia 21 de janeiro, ocorreu o Ato de Combate à Intolerância Religiosa em São Paulo

No dia 21 de janeiro, ocorreu o Ato de Combate à Intolerância Religiosa em São Paulo, no vão livre do MASP, na Avenida Paulista. Como parte das atividades da Campanha Contra a Intolerância Religiosa (Janeiro de 2016), nós do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária participamos desse ato, juntamente com o povo de santo, dizendo #nãoàintolerânciareligiosa!

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Junte-se a nós, participe também do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária. Informações: espiritualidadelibertaria@gmail.com, e siga-nos no facebook e no twitter. Por uma espiritualidade contra toda injustiça! (#espiritualidadelibertaria)

 

Intolerância no Dia do Combate à Intolerância Religiosa (por Angélica Tostes, 21/1/2016)

A intolerância não tem dia. Mesmo hoje (21) sendo o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, fui vítima dessa forma de discriminação.

Eu sou teóloga evangélica. Me formei no ano passado em Teologia na Universidade Presbiteriana Mackenzie. E como pós formada na Universidade estava procurando um emprego e logo me avisaram de uma vaga de professor em um colégio católico franciscano para dar aulas na matéria de Ensino Religioso. Fui na entrevista no ano passado, tudo ocorreu de maneira maravilhosa; fiquei sabendo que o Ensino Religioso no colégio era uma “Ciências da Religião” simplificada e me animei bastante. E nesse ano fui chamada para fazer uma avaliação – mais uma parte do processo de possível contratação. A diretora me elogiou e disse que fui muitíssimo bem, e que me daria a oportunidade de iniciar como professora da disciplina.

Pois bem, iniciei essa semana (18 de janeiro de 2016) e tudo estava bem. Ontem (20), fiquei o dia inteiro em um dos colégios para palestra e uma reunião com a Pastoral e Ensino Religioso do colégio. Quando disse que fiz Teologia no Mackenzie (teologia protestante e reformada) as irmãs começaram a me indagar sobre várias questões a respeito da fé, e com um estranhamento perguntaram se eu era católica, e eu disse “não, sou cristã de linha evangélica”. E as perguntas ficaram mais específicas sobre se eu tinha algum problema com imagens, as festividades, ritos, etc. O que obviamente não tenho problemas, pois considero toda a experiência religiosa válida e todas têm o mesmo objetivo: alcançar o Inalcançável, que cada um coloca um nome.

E eis que me surpreendo: hoje (21), coincidentemente no Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, fui demitida por não pertencer à fé católica. Fiquei apenas 4 dias no meu “novo trabalho”, sem ao menos ser avaliada pela qualidade de minhas aulas, sem ao menos considerarem meus conhecimentos do assunto. A ética e o respeito passaram longe daqueles que se dizem seguir os ensinamentos de São Francisco.

É muito frustrante quando sua religião importa mais que sua competência para exercer a atividade. E como teóloga é impossível aguentar calada toda essa situação de intolerância,  situação da qual muitos enfrentam diariamente. É incompreensível alguém julgar a aptidão de uma pessoa por questões de etnia, religião, nação, etc.  A intolerância religiosa é definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade.

O que vivenciei no dia de hoje é muito inexplicável. As palavras não conseguem demonstrar a tristeza que me abate, e não apenas por ter acontecido comigo e ter frustrado meus planos, mas por saber que milhares de pessoas passam por isso diariamente. Sofrem caladas, amedrontadas e coagidas por pessoas intolerantes e querem impor seus dogmas de fé “goela abaixo”. O cristianismo, seja ele católico ou evangélico, perdeu sua essência, a de Jesus. A essência de acolhimento, misericórdia e que não faz acepção de pessoas. Não julga com olhos, mas conhece pelo coração.

A tradição religiosa matou o Sagrado. A ideologia religiosa cegou os povos. E assim vamos vivendo essa vida de incoerência entre palavras e atos.  Manchamos os nomes dos nossos deuses, santos, orixás e outras divindades por não agirmos como eles nos ensinaram. Manchamos o nome do que se diz “humanidade” por simplesmente não agirmos de maneira “humana”.

O Papa Francisco confiou as intenções de oração para janeiro, e as mesmas eram sobre a questão de diálogo inter-religioso e ecumenismo. E ainda nos deixa uma frase que não condiz com a atitude do colégio em questão:

“Que o diálogo sincero entre homens e mulheres de diferentes religiões produza frutos de paz e justiça.” (Papa Francisco)

Termino esse post com uma música do Legião Urbana, Anjos:

“Hoje não dá
Hoje não dá
Não sei mais o que dizer
E nem o que pensar

Hoje não dá
Hoje não dá
A maldade humana agora não tem nome
Hoje não dá

Pegue duas medidas de estupidez
Junte trinta e quatro partes de mentira
Adicione a seguir o ódio e a inveja
À dez colheres cheias de burrice

Stop! Como é que é?
Calma! Como se faz uma receita pra intolerância e a injustiça?
Vamos lá!

Pegue duas medidas de estupidez
Junte trinta e quatro partes de mentira
Coloque tudo numa forma, untada previamente
Com promessas não cumpridas
Adicione a seguir o ódio e a inveja
À dez colheres cheias de burrice
Mexa tudo e misture bem
E não se esqueça, antes de levar ao forno
Temperar com essência de espírito de porco
Duas xícaras de indiferença
e um tablete e meio de preguiça

[…]

Gostaria de não saber destes crimes atrozes
É todo dia agora e o que vamos fazer?
Quero voar pra bem longe, mas hoje não dá
Não sei o que pensar e nem o que dizer
Só nos sobrou, do amor, a falta que ficou”

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* Angélica Tostes é bacharel em Teologia e membro do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária. E-mail: angelicatostes@gmail.com.
Fonte: https://angeliquisses.wordpress.com/2016/01/22/intolerancia-no-dia-do-combate-a-intolerancia-religiosa/.

Diálogo sobre a Intolerância Religiosa no Brasil (30/1/2016), em São Paulo

No próximo sábado (30/1/2016) às 15h, dentro das atividades da Campanha Contra a Intolerância Religiosa (Janeiro de 2016), nós do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária convidamos todos e todas para o Diálogo sobre a Intolerância Religiosa no Brasil.

O diálogo contará com a participação de Liliane Braga, Cintia Quina da Silva e Patrício Araújo (candomblecistas), Adriana Lopes (umbandista) e Mariana Terra (hare krishna), e será mediado por Lúcia Goulart (evangélica).

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Será realizado no salão paroquial da Igreja Imaculada Conceição, na Av. Brigadeiro Luis Antônio, 2071, São Paulo, SP, próximo ao metrô Brigadeiro.

Compareçam e não esqueçam dos quitutes para partilharmos!

Digam #nãoàintolerânciareligiosa!

Informações: espiritualidadelibertaria@gmail.com.