Diálogo sobre religião & história no pensamento de Marx e Engels (29/8/2015), em São Paulo

Coletivo por uma Espiritualidade Libertária convida para:
29/8 às 15h30

Diálogo sobre religião & história no pensamento de Marx e Engels

com o teólogo e cientista da religião

José Carlos de Souza (docente da UMESP)

e mediado por Marcos Almeida e Rodrigo Silva 
O encontro também contará com a presença de membros do Coletivo Cristão Libertário (RJ)

Convidem amig@s, compareçam e não esqueçam os quitutes para partilharmos!

Local: no salão paroquial da Igreja Imaculada Conceição

Av. Brigadeiro Luis Antônio, 2071, São Paulo, SP

(próximo ao metrô Brigadeiro)

  

Informações:

espiritualidadelibertaria@gmail.com

Diálogo sobre as narrativas bíblicas da criação (25/7/2015), em São Paulo 

O Coletivo por uma Espiritualidade Libertária convida para o Diálogo sobre as narrativas bíblicas da criação que ocorrerá, no dia 25 de julho (sábado) às 15h30, na cidade de São Paulo.

O diálogo contará com a presença do teólogo Martin Islas e do biólogo Emiliano Monteiro e será mediado por Silas Fiorotti, e ocorrerá no salão paroquial da Igreja Imaculada Conceição, na Av. Brigadeiro Luis Antônio, 2071, São Paulo, SP (próximo ao metrô Brigadeiro).

Compareçam e não esqueçam dos quitutes para partilharmos!

   

Pedimos que ouçam o áudio do último encontro que abordou a mesma temática:

No último sábado (20) ocorreu o Diálogo sobre as narrativas bíblicas da criação, em São Paulo

No último sábado (20) ocorreu o Diálogo sobre as narrativas bíblicas da criação, na Igreja Imaculada Conceição, na cidade de São Paulo. 

Nós do Coletivo por uma Espiritualidade Libertária agradecemos a todas e todos que compareceram e compartilharam suas experiências, à teóloga Maristela Tezza, e à comunidade da Igreja Imaculada Conceição que cedeu o espaço e apoiou o encontro.

Se você quiser apoiar nosso coletivo ou promover algum diálogo na sua comunidade, entre em contato conosco: espiritualidadelibertaria@gmail.com.

Em breve disponibilizaremos o áudio deste diálogo e divulgaremos informações sobre nosso próximo encontro.

  

    

 

 
  (Fotos compartilhadas por Elaine Martins Donda e Silas Fiorotti)

Manifesto pela igualdade de gênero na educação: por uma escola democrática, inclusiva e sem censuras (19/6/2015)

Enquanto grupos de pesquisas, instituições científicas e de promoção de direitos civis, as instituições abaixo assinadas vêm a público manifestar repúdio à forma deliberadamente distorcida que o conceito de gênero tem sido tratado nas discussões públicas e denunciar a tentativa de grupos conservadores de instaurar um pânico social, banir a noção de igualdade de gênero do debate educacional e reificar as desigualdades e violências sofridas por homens e mulheres no espaço escolar. 

Signatário dos principais documentos internacionais de promoção da igualdade (como a Convenção Para Eliminar Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher – CEDAW; o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e da Campanha pela igualdade e direitos de população LGBT da ONU), o Brasil acompanhou a institucionalização dos estudos de gênero enquanto um profícuo campo científico nas últimas décadas e conta hoje com centros de pesquisas interdisciplinares reconhecidos internacionalmente. As discussões de gênero ganharam legitimidade científica nas maiores universidades brasileiras a partir dos anos 197e, desde então, m norteado políticas públicas para garantia de igualdades constitucionais. 

Ao contrário de “ideologias” ou “doutrinas” sustentadas pela fundamentação de crençasou fé, o conceito de gênero está baseado em parâmetros científicos de produção de saberes sobre o mundo. Gênero, enquanto um conceito, identifica processos históricos e culturais que classificam e posicionam as pessoas a partir de uma relação sobre o que é entendido como feminino masculinoÉ um operador que cria sentido para as diferenças percebidas em nossos corpos e articula pessoas, emoções, práticas e coisas dentro de uma estrutura de poder. E é,nesse sentido, que o conceito de gênero tem sido historicamente útil para que muitas pesquisas consigam identificar mecanismos de reprodução de desigualdades no contexto escolar. 

Embora a Constituição Federal Brasileira de 1988 garanta, em seu Artigo 6º, que a Educação é um direito irrevogável de todas e todos assegure a igualdade de condições para acesso e permanência escolar, pesquisas mostram que esse direito é constantemente violado a partir das estruturas hierárquicas de gênero. Um exemplo de como a desigualdade de gênero se correlaciona com a educação tem sido visto em pesquisas que identificam o “fracasso” e as altas taxas de evasão escolar dos meninos como consequência dos referenciais de masculinidadesdifundidos socialmente. Uma identidade masculina baseada na agressividade e na indisciplinatem cada vez mais afastado os meninos dos bancos escolares (37,9% deles segundo dados do IBGE em 2011), negando-lhes seu direito à educação e reproduzindo uma cultura da violência. Professoras são vítimas de agressões em sala de aula, meninas são estupradas por seus colegas de turma e meninos são afastados das escolas neste ciclo de desigualdade perpetuado por noções hierarquizadas do que é ser homem ou mulherTambém são notáveis, por outro lado, as pesquisas que mostram o quanto a discriminação de gênero contra as pessoas que fogem dos padrões socialmente estabelecidos de identidade ou sexualidade tem desencadeado processos institucionalizados de discriminação, agressões e exclusão escolar: as violências contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis, mulheres transexuais e homens trans excluem essa população do direito constitucional à educação e contribuem para as estatísticas que fazem do Brasil um dos países mais inseguros para pessoas LGBT (conforme demonstra o relatório do Grupo Gay da Bahia de 2012 e o relatório de violência homofóbica da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República).

Quando se reivindica, então, a noção de “igualdade de gênero” na educação, a demanda é por um sistema escolar inclusivo, que crie ações específicas de combate às discriminações eque não contribua para a reprodução das desigualdades que persistem em nossa sociedade. Falar em uma educação que promova a igualdade de gênero, entretanto, não significa anular as diferenças percebidas entre as pessoas (o que tem sido amplamente distorcido no debate público), mas garantir um espaço democrático onde tais diferenças não se desdobrem emdesigualdades. Exigimos que o direito à educação seja garantido a qualquer cidadã ou cidadão brasileira/o e, para isso, políticas de combate às desigualdades de gênero precisam ser implementadas. 

Além disso, é preciso ainda ressaltar que, acima das negociações legislativas locais, a Constituição Nacional Brasileira de 1988 estabelece também que “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença” e o ensino deve estar baseado no princípio de liberdade de divulgação do pensamento e do pluralismo de ideias. Assim, não cabe às esferas locais de decisão realizar ocultamentos, censuras ou proibições de discussões reconhecidas no campo científico e, muito menos, a imposição de uma visão de mundo delimitadora nos currículos escolares. Em defesa do pluralismo de saberes e do reconhecimento do campo científico nacional e internacional, defendemos que é um direito fundamental das/os estudantes brasileiras/os o acesso aos conhecimentos e pesquisas produzidos pelos estudos interdisciplinares sobre o conceito de gênero. Nossa defesa é por uma educação democrática, inclusiva e, também, que repudie qualquer forma de censura


Assinam:

ABA – Associação Brasileira de Antropologia

ABEH Associação Brasileira de Estudos da Homocultura

CEM – Centro de Estudos da Metrópole – USP e CEBRAP/São Paulo

Centro Acadêmico de Serviço Social – UNIOESTE/Paraná

CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos – UERJ/ Rio de Janeiro

Colegiado do Curso de Ciências Sociais da UNIOESTE – Campus de Toledo/ Paraná

Coletivo ASA – Artes, Saberes e Antropologia  – USP/São Paulo

Coletivo Feminista Filhas da Luta – UNIPAMPA/ Rio Grande do Sul

Comissão da Diversidade Sexual e Combate a Homofobia da OAB/ São Paulo

Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia

Comissão de Diversidade Sexual da OAB/ Paraná

Comissão de Estudos sobre Violência de Gênero da OAB/ Paraná

COMTER – Núcleo de estudos sobre memória e conflitos territoriais – UFC / Ceará

Conselho Regional de Psicologia da 3ª Região Bahia

Curso Técnico em segurança do Trabalho do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – IFMG (Unidade Remota, Ijací) / Minas Gerais

CUS – Grupo de Pesquisa em Cultura e Sexualidade – UFBA/ Bahia

Demodê – Grupo de Pesquisas sobre Democracia e Desigualdades UnB/ Distrito Federal

Diversiones – Direitos humanos, poder e cultura em gênero e sexualidade – UFPE/ Pernambuco

Edges – Grupo de Estudos de Gênero, Educação e Cultura Sexual – USP/ São Paulo

Enlace – UNEB/Bahia

FAGES – Núcleo de Família Gênero e Sexualidade – UFPE/ Pernambuco

Focus – Grupo de Pesquisa sobre Educação, Instituições e Desigualdades – UNICAMP/São Paulo

GEERGE – Grupo de Estudos em Educação e Relações de Gênero – UFRGS/ Rio Grande do Sul

GEMA – Núcleo de Pesquisa em Gênero e Masculinidade – UFPE/ Pernambuco

Gênero, Corporalidades, Direitos Humanos e Políticas Públicas – UEL/ Paraná

Geni – Grupo de Estudos em Gênero, Sexualidade e Interseccionalidades – UERJ/ Rio de Janeiro

GEPEM – Grupo de Estudos e Pesquisas “Eneida de Moraes” – UFPA/ Pará

GEPS – Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Sexualidades – UNESP/ São Paulo

GERA – Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Professores e Relações Étnico-Raciais – UFPA/ Pará

GESECS -Grupo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Sexualidades e Interseccionalidades – UFAM/ Amazonas

GETEPOL – Grupo Estudos em Teoria Política – UEL/Paraná

GIV – Grupo de Incentivo à Vida/ São Paulo

GPLutas – Grupo de Pesquisa Marxismo, Direito e Lutas Sociais – UFPB/ Paraíba

GRUPESC -Grupo de Pesquisa Saúde, Sociedade e Cultura – UFPB/ Paraíba

Grupo Arco-íris de Cidadania LGBT/Rio de Janeiro

Grupo de estudos “Campo educacional e o estudo das categorias interseccionais” / Núcleo de Estudos e Pesquisas em Direitos Humanos , Bioética e Educação – UFF/ Rio de Janeiro

Grupo de Estudos e Pesquisa em Gênero e Sexualidades – UESB/ Bahia

Grupo de Estudos em Saúde Coletiva, Educação e Relações de Gênero -EACH -USP/ São Paulo

Grupo de Estudos Gênero, Direitos Humanos, Raça/Etnia – Fundação Carlos Chagas

Grupo de pesquisa “Legado intelectual e produção literária de autoria feminina na América Latina” – UEL/Paraná 

Grupo de Pesquisa (R)existências e metaquestões dos marcadores de diferença – UEL/Paraná

Grupo de pesquisa Cidade, Aldeia e Patrimônio – UFPA / Pará

Grupo de Pesquisa e Intervenção Violência e gênero nas práticas de saúde – FMUSP/ São Paulo

Grupo de Pesquisa em Sexualidade, Entretenimento e Corpo – UFSCar/ São Paulo

Grupo de Pesquisa Fundamentos do Serviço Social: Trabalho e “Questão Social” – UNIOESTE/ Paraná

Grupo de pesquisa- Gênero, Políticas Públicas Família – UEL/ Paraná

Grupo de Pesquisa Saúde, Sexualidade e Direitos Humanos da População LGBT – FCMSCSP/ São Paulo

Grupo de Pesquisa Representação, Imaginário e Educação – UFF/ Rio de Janeiro

Grupo de Pesquisas “Trilhas do empoderamento de Mulheres” / NEIM – Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a mulher – UFBA/ Bahia

Grupo Humanidades e Saúde Coletiva – FMUSP/ São Paulo

Grupo Transas do Corpo – Ações Educativas em Gênero, Saúde e Sexualidade

Impróprias – Grupo de pesquisa em gênero, sexualidade e diferenças – UFMS/ Mato Grosso do Sul

Instituto de Estudos de Gênero – UFSC/ Santa Catarina 

Instituto Patrícia Galvão-Mídia e Direitos / São Paulo

Laboratório de Estudos de História – UFSC/ Santa Catarina

Laboratório de Experimentações Etnográficas – UFSCar/ São Paulo

Laboratório de Relações de Gênero e Família do Centro de Ciências Humanas e da Educação – UDESC/ Santa Catarina

Laboratório do Núcleo de Antropologia Urbana – USP/ São Paulo

Laboratório Genposs – Gênero, Serviços Sociais, e Política Social – UnB / Distrito Federal

Laboratório Interdisciplinar de Ciências Humanas, Sociais e Saúde – Unifesp/ São Paulo

LAPEE – Laboratório de Psicologia Escolar e Educacional – UFSC/ Santa Catarina

LAPPEL – Laboratório de pesquisa em psicanálise, epistemologia e linguagem – UFMS/ Mato Grosso do Sul

LEFAM – Laboratório de Estudos da Família, Relações de Gênero e Sexualidade – USP/ São Paulo

LIDIS – Laboratório Integrado em Diversidade Sexual e de Gênero, Políticas e Direitos da UERJ

Mandacaru – Núcleo de Pesquisas em Gênero, Saúde e Direitos Humanos – UFAL/ Alagoas

NaMargem –  Núcleo de Pesquisas Urbanas – UFSCar/São Paulo

NEIM – Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher – UFBA/ Bahia

NEPAIDS – Núcleo de Estudos para a Prevenção da AIDS – USP/ São Paulo

NEPJI – Núcleo de estudos e pesquisas sobre Juventude, Cultura, Identidade e Cidadania – UCSal/ Bahia

NEPTA – Núcleo de Estudos de Políticas Territoriais na Amazônia -UFAM/ Amazonas

NIGS – Núcleo de Gênero e Subjetividade – UFSC/ Santa Catarina

Nós do Sul: Laboratório de Estudos e Pesquisas Sobre Currículo – FURG/ Rio Grande do Sul

Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT – UFMG/ Minas Gerais

Núcleo de Estudos de Gênero – UFPR/ Paraná 

Núcleo de Estudos de Sexualidade e Gênero – UFRJ/ Rio de Janeiro

Núcleo de Estudos Heleieth Saffioti – UNIFESP/ São Paulo

Núcleo de Estudos, Pesquisas e Extensão em Sexualidade, Corporalidades e Direitos – UFT/ Tocantins

Núcleo de Pesquisa  Gênero Corpo Sexualidade – UFRN/ Rio Grande do Norte

Núcleo Especializado de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública do Estado de São Paulo

Núcleo Margens: modos de vida, família e relações de gênero – UFSC/ Santa Catarina

NUDISEX – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Diversidade Sexual – UEM/Paraná

NUMAS – Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença da USP/ São Paulo

NUPSEX – Núcleo de Pesquisa em Sexualidade e Relações de Gênero – UFRGS/ Rio Grande do Sul

NuSEX – Núcleo de estudos em Corpos, Genero e Sexualidades – Museu Nacional/ Rio de Janeiro

NUSS – Núcleo de Pesquisas sobre Sexualidade, Gênero e Subjetividade – UFC/ Ceará

Observatório da Violência de Gênero no Amazonas – UfAM/ Amazonas

OPEM – Grupo de Pesquisa Observatório de Pesquisas e Estudos Multidisciplinares – UEPB/ Paraíba

Pagu – Núcleo de Estudos de Gênero – Unicamp/ São Paulo

Programa de Pós-Graduação em Serviço Social – ONIOESTE (Campus de Toledo)/ Paraná

Quereres – Núcleo de Pesquisa em Diferenças, Gênero e Sexualidade – UFSCar/ São Paulo 

RIZOMA – UEFS/ Bahia

RUMA – Grupo População, família e migração na Amazônia – UFPA/Pará

SEXGEN – Grupo de Pesquisa Corpo, Gênero e Sexualidade – UFPA/ Pará

Sociedade Brasileira de Sociologia

Diálogo sobre as narrativas bíblicas da criação (20/6/2015), em São Paulo

O Coletivo por uma Espiritualidade Libertária convida para o Diálogo sobre as narrativas bíblicas da criação que ocorrerá, no dia 20 de junho (sábado) às 15h30, na cidade de São Paulo.

O diálogo contará com a presença da teóloga Maristela Tezza e será mediado por Maria Emília Amaral e José Barbosa Júnior, e ocorrerá no salão paroquial da Igreja Imaculada Conceição, na Av. Brigadeiro Luis Antônio, 2071, São Paulo, SP (próximo ao metrô Brigadeiro).

Compareçam e não esqueçam dos quitutes para partilharmos!

  

Informações: espiritualidadelibertaria@gmail.com.

#espiritualidadelibertaria

Manifesto de evangélic@s, católic@s, e outr@s religios@s solidári@s às LGBTIs (São Paulo, 07/6/2015)

Há muito ódio na sociedade brasileira direcionado contra as pessoas LGBTIs (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersex). Muitos religiosos têm alimentado uma cultura do medo à diferença e proferem discursos eloquentes que não levam em consideração toda a violência contra as LGBTIs, os crimes homofóbicos, nem a necessidade de direitos específicos.

Diante do medo, da fobia e do ódio, muitas vezes justificados por ideologias fundamentalistas, nos solidarizamos com as pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersex que existem, resistem e lutam por seus direitos.

A religião e a fé não devem ser utilizadas para alimentar nenhuma cultura da segurança ou do medo à diferença. A religião e a fé não devem ser utilizadas para justificar nenhum tipo de preconceito como a homofobia, a lesbofobia ou a transfobia.
Somos inspirados pelas palavras de Jesus de Nazaré: “Amem-se uns aos outros” (Jo 13,34 – NBP) e pelas palavras do apóstolo João: “O amor perfeito lança fora o medo” (1Jo 4,18 – NBP). Por isso, colocamos nossa fé contra qualquer tipo de preconceito.

LGBTIs, vocês não estão sozinhos!

#jesuscuraahomofobia #jesuscuraalesbofobia #jesuscuraatransfobia

 
Ver: https://www.facebook.com/pages/Jesus-Cura-a-Homofobia/ 

Evangélic@s, católic@s e outr@s religios@s na Parada do Orgulho LGBT (07/6/2015), em São Paulo

Evangélic@s, católic@s e outr@s religios@s promoverão ato na Parada do Orgulho LGBT (07/6/2015), em São Paulo. 

O ato é contra a intolerância, o desrespeito, e a violência praticados em relação às pessoas LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersex) e foi intitulado de “Jesus Cura a Homofobia“. Os participantes estarão concentrados em frente ao Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, a partir das 9h30.

 
#nãoàhomofobia #jesuscuraahomofobia #evangélicoscontraahomofobia